

Não. O sistema da Digisan não exige cartão de crédito ou qualquer forma de contrato. Você testa e só contrata se gostar após os 7 dias. Você pode ver com mais detalhes no nosso termo de uso.
Apenas no uso de API's e Integrações existem limitações até 160 notas por mês e o custo de notas excedentes é R$ 0,77 centavos por nota. Nas emissões manuais não existem limites.
As assinaturas poderão ser pagas no plano mensal com Cartão de Crédito de forma recorrente e boleto bancário á vista no plano anual ou em até 12x no cartão de crédito.
Plano mensal recorrente é possível realizar cancelamento da assinatura. Basta nos informar que você não deseja mais usufruir dos benefícios oferecidos pela DIGISAN que iremos cancelar a assinatura. Sem burocracia ou questionários chatos. Plano anual como é uma compra única, não possui essa possibilidade.
APIs são mecanismos que permitem que dois softwares se comuniquem usando um conjunto de definições e protocolos. Com isso você pode integrar um sistema que você já possui com o nosso de maneira personalizada.
As integrações fazem você economizar tempo, pois diferente da API elas já estão prontas e conectadas as principais plataformas de pagamento. Integrações disponíveis: Hotmart, Eduzz, DigitalManagerGuru Ao identificar um pagamento o nosso sistema já emite sua nota fiscal, ao identificar um reembolso realiza o cancelamento automático.
Se você já tem um certificado digital no momento da contratação do plano anual não se preocupe vamos gerar um voucher que poderá ser utilizado quando o seu atual vencer.
Se por algum motivo não for possível fazer o seu certificado digital de maneira online vamos acrescentar 2 meses a mais na sua assinatura do plano anual como compensação.
Não, a promoção do certificado gratuito no plano anual só é válida apenas no primeiro ano.
Todo comércio tem um momento decisivo: A hora do caixa. É ali que a venda se transforma em registro oficial, e é ali que o sistema de emissão mostra se foi bem escolhido. O programa que roda nesse ponto guarda os produtos, aplica o imposto certo, imprime o comprovante e transmite tudo. Quando funciona bem, ninguém percebe. Quando falha, a fila cresce.
Por isso vale entender como um emissor de cupom fiscal trabalha antes de escolher o seu. São poucas peças, e todas fazem sentido quando você vê o conjunto.
O cupom é o comprovante entregue ao consumidor final na venda presencial. Diferente do documento usado entre empresas, ele é pensado para volume e velocidade: Poucos campos, impressão rápida, transmissão imediata.
Hoje o modelo é eletrônico, transmitido na hora da venda. Quem precisa emitir cupom fiscal eletrônico não lida mais com a impressora lacrada e auditada de anos atrás, porque o emissor de cupom fiscal assumiu esse papel.
Na prática, o emissor de cupom fiscal virou software. É ele que monta o arquivo, assina, envia e devolve a autorização em segundos.
Nenhuma dessas etapas é complicada, mas todas são obrigatórias:
O terceiro item é o que mais trava quem começa. Um sistema para emitir cupom fiscal só funciona bem com o cadastro de produtos completo, e é aí que vale contar com apoio na configuração do emissor de cupom fiscal.
Depois de configurado, o fluxo é curto e sempre o mesmo:
Todo o resto acontece por trás: Alíquota aplicada, estoque baixado, documento arquivado. Um bom emissor de cupom fiscal não pede nenhuma decisão fiscal do operador no meio da venda.
Venda presencial para consumidor final gera cupom. Venda para outra empresa, ou mercadoria que vai circular, pede o documento completo, com destinatário identificado e dados de transporte. É aqui que entra o emissor de NFe, usado quando a operação não se resolve no balcão. Um comércio que vende na loja e também despacha pedido precisa dos dois modelos funcionando.
Manter cupom e emissor de NFe em sistemas separados costuma gerar duas bases de dados que nunca fecham no mesmo número. Na Digisan, os dois saem do mesmo cadastro de produtos, com um relatório único no fechamento do mês.
Esse caso é mais comum do que parece: A oficina que troca a peça e cobra a mão de obra, o salão que atende e vende produto, à assistência que conserta e substitui o componente. Uma venda dessas precisa de dois documentos: O de serviço, ligado ao imposto municipal, e o de mercadoria, ligado ao estadual. Um emissor de cupom fiscal isolado não resolve esse cenário.
A divisão automática entre os dois, por percentual ou valor fixo, é um dos recursos que a plataforma da Digisan já traz pronto. Com isso, gerar documentos fiscais eletrônicos das duas naturezas deixa de ser trabalho dobrado.
Cada cupom transmitido é uma saída de mercadoria. Se o sistema não atualizar o estoque na hora, alguém vai precisar fazer contagem paralela depois.
Um Emissor Cupom Fiscal integrado ao controle de produtos resolve isso sozinho. A cada venda, a quantidade baixa e o relatório reflete a realidade da loja.
Isso também facilita a apuração. Quando o Emissor Cupom Fiscal serve para gerar documentos fiscais eletrônicos e acompanhar a saída do produto, o fechamento para de exigir conferência cruzada.
A busca por Sistema para emissão de cupom fiscal gratuito parte de uma expectativa compreensível, mas vale saber o que cabe nessa condição.
Ferramenta permanentemente sem mensalidade normalmente vem com limite de documentos, sem integração e sem atendimento. Já o certificado A1 é custo obrigatório em qualquer cenário, porque ele é exigido pela própria legislação. Existe um caminho melhor para avaliar sem gastar: O período de teste com a plataforma inteira liberada. Em vez de procurar um Sistema para emissão de cupom fiscal gratuito com recurso cortado, você experimenta o emissor de cupom fiscal completo e decide com informação real.
Cupom fiscal não pode esperar. Se a transmissão falha com o cliente no caixa, o problema deixa de ser técnico e passa a ser comercial.
Um Sistema Emissor de NFe e de cupom se avalia por disponibilidade e taxa de autorização, não pela quantidade de botão na tela. Vale olhar quanto tempo a empresa opera e quantos negócios já dependem dela. Com milhares de empresas usando a estrutura da Digisan, o Sistema Emissor de NFe e o emissor de cupom fiscal rodam sobre a mesma base testada em movimento real.
Rejeição com código difícil de interpretar, dúvida sobre classificação fiscal de produto novo, alíquota que muda. Situações que pedem repertório, não roteiro decorado.
O atendimento por WhatsApp, chat, e-mail e telefone existe exatamente para isso na Digisan, com pessoa capaz de ler a mensagem de erro e indicar o campo a ajustar.
Esse apoio vale mais na estreia. Configurar certo desde a primeira venda é o que evita retificar dezenas de documentos meses depois, e é o que torna um sistema para emitir cupom fiscal realmente confiável no balcão.
A melhor forma de avaliar é usar: Cadastrar alguns produtos, registrar uma venda real e medir o tempo do primeiro clique ao cupom na mão do cliente. São sete dias de teste com a plataforma completa e um especialista ajustando cadastro, classificação fiscal e alíquota desde o início. Depois disso, emitir cupom fiscal eletrônico leva o tempo de passar o produto pela leitora.
Fale com um especialista e ative seu emissor de cupom fiscal na Digisan, a plataforma escolhida por empresas de todos os portes para manter o caixa funcionando sem interrupção.